Seria prudente tratar o maior problema da Igreja nos dias atuais, estimulando ele?

É impossível não falar do maior problema da Igreja atual, a falta de amor, e o que seria oposto ao amor? O ódio?

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
1 Coríntios 13:4,5
Claro o maior exemplo de amor que temos vem de Cristo, que se entregou por nós, mas quando vemos algumas características do amor, vemos três que podemos notar bem,”o amor não é invejoso”, “não se ensoberbece” e “não busca os seus interesses”, isso deixa quase claro que o amor é oposto ao egoísmo, a preocupação com o Eu.
E qual é o maior problema da igreja hoje? Justamente o fato de fazer tanta questão de pregar palavras bonitas ao ouvido e ao desejo humano, dizer que a pessoa é especial, ela é o cara(claro não com essas palavras), em alguns casos até colocar a pessoa como Deus, nunca diretamente, mas com palavras que remetem a isso; com a justificativa que a pessoa precisa se sentir melhor, ter mais autoestima, quando não percebemos que é justamente por causa do nosso egoísmo que ficamos tristes, quando vemos que não somos tudo aquilo que nosso orgulho pensa em ser, ficamos mal, tratamos o problema, com outro pior ainda, mas no fim das contas, o que querem esses pregadores é justamente poder ter soberba, pois sabem que esse tipo de palavra gera muito mais ouvintes do que a verdade.
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